Wednesday, April 14, 2010

Aceleração da Gravidade - Artigo I

Na passada sessão do Clube de Astronomia, determinámos a aceleração da gravidade na Terra.

A experiência consistiu em cronometrar o tempo de queda de cem gotas e, posteriormente, calcular a aceleração sofrida pelas gotas.

Concluímos que, embora o valor obtido se distancie ligeiramente do valor real da gravidade, esta experiência teve resultados satisfatórios tendo em conta a técnica utilizada (método da bureta).
Patrícia Barbeiro
Sofia Galveias

Tuesday, March 23, 2010

Altura do Sol: 3ª Parte

No passado dia 16 de Março de 2010, realizámos a segunda parte de uma actividade que foi iniciada no dia 2 de Fevereiro do presente ano, que consiste em averiguar a altura do Sol no céu, tendo como base a medição da sombra projectada por uma vara metálica, durante várias horas do dia.
Os resultados obtidos foram:

Hora Sombra (cm)
9 25,17
9,15 28,81
9,3 31,38
9,45 33,42
9,5 0 34,61
10,35 41,35
11,35 46,94
13,12 48,74
17,00 18,26
17,30 14,04

A partir dos dados anteriores construímos os seguintes gráficos:
Alinhar ao centro




Tendo como base os gráficos anteriormente, concluímos que:

Ponto 1. A altura do Sol no dia 16 de Março é, ao meio-dia solar (valor próximo do meio-dia medido pelo relógio), superior ao valor obtido no dia de 2 Fevereiro;
Ponto 2. A altura do Sol está relacionada com a duração dos dias, isto é, à medida que nos aproximamos do Verão, os dias vão aumentando em consequência do Sol “subir” a uma altura maior relativamente ao horizonte.

Tendo como base o que escrevemos no ponto 2, iremos realizar uma terceira medição (próximo do Solstício de Verão), a fim de confirmarmos esse mesmo ponto.
Não foi possível obter dados entre as 13horas e as 17 horas, visto que o céu ficou nublado.

Carlos Teles
Miguel Cartaxo
Miguel Loureiro

Tuesday, March 2, 2010

Temperatura das estrelas

Na passada sessão do Clube de Astronomia, determinámos a temperatura de estrelas do enxame NGC957, através de fotometria com o SalsaJ.

A actividade consistiu em calcular o índice de cor (obtido pela diferença entre filtros), e de seguida, aplicar uma fórmula obtida experimentalmente por Russel que indica a temperatura superficial das estrelas.

Por último, foi elaborado um gráfico que permitiu-nos averiguar a média de temperatura das estrelas que constitui a imagem e concluir que as estrelas mais brilhantes têm temperaturas mais elevadas (acima dos 7000ºC).


Sofia Galveias

Tuesday, February 23, 2010

Temperatura das Estrelas

A temperatura superficial de uma estrela está associada à sua cor e uma das maneiras de estimar essa temperatura consiste em “medir” sua cor.

A cor de uma estrela é obtida recorrendo a filtros. No presente trabalho, utilizamos duas imagens de NGC 957 nos seguintes filtros:

filtro B – transmite (deixa passar) radiação azul;
filtro V - transmite radiação amarela;

A comparação entre as razões dos fluxos obtidos em cada um dos filtros indica a cor da estrela

A partir da comparação dos fluxos é possível quantifica a cor das estrelas. Essa grandeza é chamada ÍNDICE DE COR, e é expresso pela diferença entre as magnitudes aparentes associadas aos brilhos aparentes registrados através dos filtros B e V:

IC = B – V

Obtido o índice de cor (IC), pode-se determinar a temperatura superficial da estrela por meio da “fórmula de Russell”, uma relação empírica desenvolvida pelo astrônomo americano Henry Norris Russell (1877 - 1957), que fornece a temperatura da superfície da estrela, em kelvin (unidade de temperatura do Sistema Internacional de Unidades: 0 K ~ -273 graus Celsius):

T (K) = 7.200 K / 0,64 + I.C.

No próximo artigo colocaremos os resultados obtidos.

Altura do Sol: 2ª Parte

Relativamente à actividade realizada no dia 2 de Fevereiro de 2010, os elementos do Clube de Astronomia concluíram que à medida que a altura do Sol é maior, a sombra do objecto (medido) é menor.

Verificámos também que o meio-dia solar (quando o Sol atinge a sua altura máxima) ocorre por volta das 12-14H. Desconhecemos a hora concreta a que o Sol atinge o meio-dia solar (diferente do meio dia obtido pelo relógio), devido às poucas medições que efectuámos.

Embora o número de medidas seja insuficiente, concluímos que no meio-dia solar o ângulo que o Sol faz com o chão é inferior a 35º, o que por outras palavras significa que nunca passa por cima das nossas cabeças.


Sofia Galveias

Tuesday, February 9, 2010

Altura do Sol: 1ª Parte

Na passada terça-feira, dia 2 de Fevereiro de 2010, os alunos do Cube de Astronomia realizaram uma experiência que consistiu em medir o tamanho de uma sombra de um objecto, ao longo de várias horas do dia.

Os resultados obtidos foram:

Hora Sombra (cm)
9.09 275
9.30 218
9.51 188
10.15 160
11.18 123
11.40 114
13.40 114
14.34 136
15.19 172
16.55 455

A partir dos dados anteriores construíram os seguintes gráficos:



No próximo artigo, será explicado quais as informações que podemos retirar da análise desses mesmos gráficos.

Monday, February 8, 2010

LEI DE HUBBLE

Na década de 20 do século passado, Edwin Hubble descobriu que todas as galáxias do universo estão a afastar-se de nós. Verificou também que quanto mais longe a galáxia estiver de nós, mais rápido ela se afasta.

Numa das aulas do Clube, os alunos utilizaram um elástico de borracha para simular um modelo unidimensional do nosso universo, concluindo deste modo que o Universo está em expansão como se de um balão se tratasse.

A imagem seguinte ilustra o anteriormente explicado, onde cada pinta no balão representa uma galáxia.

O gráfico seguinte traduz os resultados obtidos pelos teus colegas no decorrer da aula.

Da sua análise, foi possível aferir que está em conformidade com o obtido pelo Edwin hubble.